quinta-feira, 12 de julho de 2012
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Acho que estou doente
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
Reflexões. No mais autêntico sentido.
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2. No caminho de volta eu sentia as lágrimas escorrendo na minha face, sem que o vento as secasse. Eram lágrimas metafóricas, já que a fonte secou. A criança agora está morta.
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4. Muitas pessoas dizem que o inferno é póstumo, outras que é aqui. Já eu, sou da opinião de que este tão temido inferno reside dentro de cada um de nós, tomando os anos, deixando ruínas, matando sonhos e aguando sorrisos.
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3. Não posso dizer que sou feliz, mas que estive. Essa semana, com toda sua ausência de marasmo e repetições fora um divisor de águas, e vejo tudo de outra perspectiva agora; ela adoeceu uma criança chamada Expectativa.
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1. Quando eu a deixei no ônibus, num beijo rápido remeti-me a todos os momentos de disputa, inquietação, volúpia e aconchego. Aquela torrente me atingiu de forma injusta, quase como um sentimento e um nó na garganta de um sorriso resignado. Graças a isso, ficou em mim a contraditória sensação suicída de que cada momento valeu a pena.
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segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Randomicamente Reclamando
sábado, 16 de abril de 2011
Só pra aliviar
É interessante, quando enfim, depois de anos de existência, e de questionamentos, você finalmente percebe que construiu um protótipo de consciência. Porém, mesmo depois de amadurecer, crescer, passar por todo tipo de provação e experiências, sua felicidade está agora, atada a de uma outra pessoa.
Tudo se torna condicional demais, você já nem sabe se isso é bom ou ruim, aquela angústia de antes volta, e você contempla novamente o medo. Sim, aquele que combaliu tua autoconfiança por toda a vida, aquele medo, inerente à humanidade. Todos os questionamentos retomam de onde pararam, assim que o deslumbre se iniciou.
É nessa altura, que todo o estresse, os problemas – até mesmo os pequenos – se tornam tempestades. E é aí que você deve se perguntar se vale à pena, viver no meio dessa tempestade, porém, tendo aquele refúgio, que mesmo nunca sendo tão quente, acolhedor e tudo o mais que você espera, é um refúgio, e sempre há a esperança de que fique melhor. Ou então, abre mão de tudo isso, sucumbe ao nervosismo e a dúvida – da qual você nunca vai se livrar, aliás – jogando tudo pro ar, volta àquela calmaria de sempre, porém encara o vazio. Suas dúvidas retornam após o alívio, sua angústia, essa agora sem nome, tudo vem de novo, entretanto o elenco aumentará: Arrependimento.
domingo, 3 de abril de 2011
Sobre meu dia de hoje
sábado, 5 de junho de 2010
Abrir mão de mim mesmo
Você sabe o que é ficar o dia inteiro definhando num só lugar, completamente lúgubre e sem perspectiva? O que é não possuir a menor animação para mover mais do que três músculos do corpo de vez? Pois bem, então você conhece o tédio. Eu também. A propósito, quando for postar aqui, vou evitar ao máximo usar a palavra "eu". O último post ficou um lixo completo, execrável, nojento e repugnante, justamente por eu só ter falado de mim o post todo. Mas eu sou egocêntrico! Sobre o que mais falar? A situação da Bovespa? O índice Dow jones? Não quis usar 'aquecimento global' como exemplo, está clichê. O que você faria se ficasse completamente sem inspiração, sem vontade, sem ânimo, mas você dependesse disso?

