quinta-feira, 12 de julho de 2012

Novo Blog

Esqueçam esse aqui,
visitem Meu novo Blog

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Acho que estou doente

 Sério. Eu não sou do tipo que se importa muito com as pessoas em geral, já aconteceu de colega meu morrer e não ser nada muito impactante na minha vida. Mas não é sobre as pessoas em geral que eu vim falar hoje. É sobre uma em especial, aquela pessoa singular que quando apronta comigo, dá vontade de espremer o pescoço, enfiar a cara na privada e dar descarga. Mas tudo bem, eu não faço isso. Afinal, como eu vou beijar boca suja de privada na hora de pedir desculpas? 
  O mais interessante é que se ela tem esse poder sobre mim quando faz merda, tem um maior ainda quando me olha com carinha de pidona, ou quando é carinhosa e me beija mil vezes fazendo voz de criança. Eu tava naquela: "Ah, aquela paixão do começo já era, agora ficou o bom e velho sentimento de amor, segurança, sem grandes emoções eu vou levando, afinal está maravilhoso, nos amamos de verdade, mas sem taquicardia avulsa. Ledo engano. Depois de um fim de semana inteiro juntos na praia, que só não foi perfeito porque ainda pode ser melhor, eu queria mais e mais estar perto dela. Daí decidimos que dois dias ficaríamos sem nos ver, fazer o trabalho final de uma disciplina da faculdade, afinal é importante, fora que depois tem meu aniversário e tudo o mais. Sabem o que aconteceu? Eu fiz o trabalho destinado a dois dias em cinco horas, sendo que dessas, parei algumas pra comer e mexer no Facebook. Quando liguei pra ela, desliguei o telefone com vontade de ligar de novo. Tive aquela bela crise de ansiedade, e estava muito mal humorado com o fato de não estar com ela e de ela não estar me ligando, mesmo me sentindo um imbecil por saber que ela estava fazendo o mesmo trabalho. 
  Algo parece estar errado, quando você, um homem prestes a fazer vinte anos, está em casa, de férias e ansioso igual uma menininha, fazendo um post sentimental digno de alguém de doze anos - porém sem tantos erros gramaticais - ao som de Leave's Eyes. Daí você, imbecil com orgulho, se pega sorrindo porque lembrou do olhar e do sorriso dela, num momento fofinho da música, e desfaz o sorriso a seguir ao perceber que o blog não é seu diário, mas o que fazer agora? Apagar tudo? De forma alguma, meu caro... Afinal, você está viciado nessa moça, e este é Mais Um Desabafo!
Força e adiante, pois o amor é muito bonito!

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Reflexões. No mais autêntico sentido.

5. ... E da próxima vez que eu puser os pés fora de casa, vou me vestir com meu melhor sorriso; porque essa máscara de ferro já se tornou minha fantasia habitual.

* * *
2. No caminho de volta eu sentia as lágrimas escorrendo na minha face, sem que o vento as secasse. Eram lágrimas metafóricas, já que a fonte secou. A criança agora está morta.

* * *
4. Muitas pessoas dizem que o inferno é póstumo, outras que é aqui. Já eu, sou da opinião de que este tão temido inferno reside dentro de cada um de nós, tomando os anos, deixando ruínas, matando sonhos e aguando sorrisos.

* * *
3. Não posso dizer que sou feliz, mas que estive. Essa semana, com toda sua ausência de marasmo e repetições fora um divisor de águas, e vejo tudo de outra perspectiva agora; ela adoeceu uma criança chamada Expectativa.

* * *
1. Quando eu a deixei no ônibus, num beijo rápido remeti-me a todos os momentos de disputa, inquietação, volúpia e aconchego. Aquela torrente me atingiu de forma injusta, quase como um sentimento e um nó na garganta de um sorriso resignado. Graças a isso, ficou em mim a contraditória sensação suicída de que cada momento valeu a pena.

*

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Randomicamente Reclamando

"viewer discretion is advised"

Já vou começar avisando que se você veio aqui para ler algo útil, e que realmente faça alguma diferença na sua vida, desista. Eu só mantenho esse blog com o único intuito de reclamar da vida, e fazer algumas pessoas lerem isso, ou não. Acho que só não é mais inútil do que toda aquela galerinha jovem e descolada do tumblr, afinal são o ápice de tudo o que é moderno (na verdade, esse é o Google+, mas ok).
No meu último post eu estava num momento de felicidade, porém uma felicidade preocupada, presa a alguém. Agora eu to perdidão, literalmente. Sabe o que é estar 'de bem' com tudo, confortavelmente indiferente ao mundo? É basicamente o que eu sinto, como quando você está sonhando, e vê tudo acontecer a sua volta, mas aquilo não parece realmente fazer diferença. Meus amigos vão dizer que são as drogas, pfff. Acho que não, na verdade é um problema existencial com o qual eu convivo há muito tempo, mas não é nada eterno, acho que nada é eterno de verdade. Nem o amor.
Vou mudar de assunto bruscamente, porque eu faço isso, e esse sou eu. Amigos, o amor não existe. Você vai dizer que sim, se estiver apaixonado, vai dizer que isso é recalque, mas sério, a paixão existe, essa coisa de querer estar com alguém a todo momento, e depois a conformidade, costume, conveniência. Afinal, todo mundo envelhece. Mas não era esse o foco, a questão é que essa visão cinematográfica do "amor eterno" que a tudo salva, é pura besteira. Se quer ter um ideal de amor, pensa na sua mãe. Se alguém se der ao trabalho de ler isso, eu creio que serei xingado, mas realmente não me importo muito.
O grande problema aqui é falta de foco, e começar a escrever sem ter nem a mínima ideia de sobre o que, causa esse tipo de problema aqui, sempre. Obrigado pelo tempo perdido, e até mais.

sábado, 16 de abril de 2011

Só pra aliviar

É interessante, quando enfim, depois de anos de existência, e de questionamentos, você finalmente percebe que construiu um protótipo de consciência. Porém, mesmo depois de amadurecer, crescer, passar por todo tipo de provação e experiências, sua felicidade está agora, atada a de uma outra pessoa.

Tudo se torna condicional demais, você já nem sabe se isso é bom ou ruim, aquela angústia de antes volta, e você contempla novamente o medo. Sim, aquele que combaliu tua autoconfiança por toda a vida, aquele medo, inerente à humanidade. Todos os questionamentos retomam de onde pararam, assim que o deslumbre se iniciou.

É nessa altura, que todo o estresse, os problemas – até mesmo os pequenos – se tornam tempestades. E é aí que você deve se perguntar se vale à pena, viver no meio dessa tempestade, porém, tendo aquele refúgio, que mesmo nunca sendo tão quente, acolhedor e tudo o mais que você espera, é um refúgio, e sempre há a esperança de que fique melhor. Ou então, abre mão de tudo isso, sucumbe ao nervosismo e a dúvida – da qual você nunca vai se livrar, aliás – jogando tudo pro ar, volta àquela calmaria de sempre, porém encara o vazio. Suas dúvidas retornam após o alívio, sua angústia, essa agora sem nome, tudo vem de novo, entretanto o elenco aumentará: Arrependimento.

domingo, 3 de abril de 2011

Sobre meu dia de hoje

Fito os ponteiros do relógio, nessa dança infinita de contar o tempo.
TIC TAC
E me vem de novo aquela angústia corrosiva, de dentro para fora; ou de fora para dentro? Eu já nem sei mais.
Esse sentimento perigoso já se enraizou no meu espírito; talvez seja mais velho que eu.
Esteve sempre adormecido, sonhava quando eu estava acordado. Mas alguma coisa me aconteceu , e agora mais nada é certeza. Nem o relógio com sua dança exaustiva, lenta e irritante, e nem mesmo o ser que eu chamo de "Eu".
A realidade me sufoca, me soterra. Sentir o ar fresco me é negado, isso agora é privilégio. Essas paredes estão tão grandes, e a janela sumindo. As grades me limitam, cortando a contemplação de luz, a ínfima sensação de liberdade.

Eu parei, prostrado, e no meu lugar ficou a dúvida. Mas o relógio, esse nunca pára.

sábado, 5 de junho de 2010

Abrir mão de mim mesmo

Ó, emputeci e só volto a escrever aqui quando terminar aquele livro.


Você sabe o que é ficar o dia inteiro definhando num só lugar, completamente lúgubre e sem perspectiva? O que é não possuir a menor animação para mover mais do que três músculos do corpo de vez? Pois bem, então você conhece o tédio. Eu também. A propósito, quando for postar aqui, vou evitar ao máximo usar a palavra "eu". O último post ficou um lixo completo, execrável, nojento e repugnante, justamente por eu só ter falado de mim o post todo. Mas eu sou egocêntrico! Sobre o que mais falar? A situação da Bovespa? O índice Dow jones? Não quis usar 'aquecimento global' como exemplo, está clichê. O que você faria se ficasse completamente sem inspiração, sem vontade, sem ânimo, mas você dependesse disso?
Veria filmes, séries, comeria, jogaria Mário? Ou encheria a cara até cair? Bah, eu parei de beber, menos uma alternativa. Quer saber, leia isso, mas faz de conta que você não leu nada. Essa coisa digna de piedade aqui é culpa de Ana Clara, pois foi por ela que eu declarei no msn: "vou postar sobre o tédio". Aff. Quando eu tiver algo de produtivo pra falar que não seja eu mesmo, eu volto.
Até.